terça-feira, 27 de outubro de 2009

Viagens Futuras...

Durante os próximos 20 anos, a Estação Espacial Internacional estará no centro das atenções da aventura do Homem no espaço. Mas, e depois? Temos todo um universo para descobrir: os astronautas que voam a bordo da Estação Espacial, em órbita a 400 km de altura, estão apenas a molhar os pés na imensidão do oceano espacial. Por onde começar? Se oespaço é um oceano, a Lua é a ilha mais próxima. Para construirmos uma Base Lunar realmente eficaz, temos de desenvolver novos foguetões e naves de aterragem. Esta tecnologia seria muito útil para o nosso próximo passo no espaço: o planeta Marte. De fato, a investigação da vida extraterrestre é uma razão importante para se continuarem as explorações. A vida fora da Terra poderia ser, sem dúvida, uma das descobertas mais interessantes de todos os tempos. E deve existir vida em algum outro lugar, afinal, o Universo é imenso. Há pelo menos 100 mil milhões de estrelas na nossa galáxia, e talvez tantas outras galáxias no espaço longínquo. Até bem recentemente, no entanto, os astrobiólogos (cientistas que estudam a vida extraterrestre) não se mostravam muito otimistas no que diz respeito à existência de vida no nosso próprio Sistema Solar, fora da Terra, é claro. Entretanto, sondas espaciais descobriram muitos outros lugares no Sistema Solar onde estes organismos que conseguem viver em condições extremas poderiam viver e multiplicar-se tranquilamente. A lua Europa, a quase cinco vezes a distância da Terra ao Sol, parece ocultar um oceano líquido e salgado sob a sua superfície, mais do que suficiente para abrigar alguma forma de vida. De fato, considerando o que se sabe hoje sobre as formasde vida terrestres mais resistentes, é pelo menos possível que certos micróbios possam sobreviver até mesmo no interior de certos cometas. Só teremos a certeza quando chegarmos lá edescobrirmos. No entanto, antes que o homem possa pisar outros planetas ou asteróides ainda temos muito que descobrir sobre o que poderão lá encontrar. Quais seriam os riscos de radiação, por exemplo? Quais seriam os perigos (e possibilidades de existência) de ambientes estranhos do Sistema Solar?

MIR, orgulho soviético...

Em outubro de 2000 a Rússia decidiu destruir a Mir por causa da carência de meios técnicos e financeiros para mantê-la em órbita. A MirCorp, empresa encarregada de buscar financiamentos para a estação, não conseguiu reunir os recursos necessários, e o governo já não dispunha de meios financeiros para sustentá-la.
A estação espacial, que já foi um dos orgulhos da extinta União Soviética, caiu no Oceano Pacífico, a uma distância de 3 mil quilômetros da Austrália, no dia 23 de março de 2001.
Apesar dos problemas dos últimos anos, a Mir pode ser considerada como o experimento espacial mais bem sucedido da história da humanidade, por ter alcançado mais resultados. Nunca antes um mesmo veículo espacial foi ocupado por 12 anos e meio. Neste período, um total de 103 astronautas visitou a estação espacial, sendo 62 não russos, representando 11 países (inclusive os Estados Unidos).
Lançada para substituir as estações da série Salyut, a Mir começou a funcionar em fevereiro de 1986, ainda como parte do programa espacial da União Soviética. Na maior parte do tempo, abrigou dois ou três astronautas, mas o número de tripulantes simultâneos chegou a seis, em períodos superiores a um mês.
Outra contribuição decisiva trazida pela Mir foi a regeneração do ar e da água em níveis nunca antes alcançados.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Pesquisas nas estações espaciais

Um dos principais objetivos da Estação Espacial é criar um ambiente para conduzir experiências que requerem uma ou mais condições específicas que estão presentes no ambiente de micro gravidade. Os principais campos de pesquisa incluem biologia (biomedicina e biotecnologia), física (incluindo física de fluídos, dos materiais e quântica), astronomia (incluindo cosmologia) e meteorologia. Em 2007 poucas experiências foram realizadas além do estudo sobre os efeitos no corpo humano da permanência por longo prazo em ambiente de micro gravidade. No entanto até 2010, é esperado o início de pesquisas mais especializadas.
Há planos para estudar mas fundo biologia na Estação Espacial Internacional, com crescimento e processos internos das plantas e animais também.
Em resposta a recente dados sugerindo que cristais de proteínas podem ser formados no espaço.
também é pretendido estudar problemas proeminentes mais avançados de física e fenômenos naturais.

MIR, e seus recordes...


Mir (significa paz, mundo e universo) A estação Mir foi a concretização do sonho soviético (e de toda a humanidade) de manter o espaço de forma permanente. Sucessora da linhagem de estações Salyut, a Mir circulava a Terra numa órbita com apogeu de 400 km e perigeu de 350 km. Era constituída por 6 módulos principais: Kvant, Kvant-2, Krystall, Spektr e Priroda (respectivamente Quantum, Cristal, Espectro e Natureza).
a Mir fez alguns recordes recentemente,
o soviético Sergei Avdeyev permaneceu dois anos (747 dias) no espaço ao longo de três missões distintas, com o que detém o recorde de estada no espaço.
O mais longo vôo de um astronauta estrangeiro na Mir foi o do francês Jean-Pierre Haigneré, que passou 188 dias na estação. Anatoli Soloviev realizou 16 saídas ao espaço, com uma duração total de 77 horas.
Finalmente, a americana Shannon Lucid estabeleceu um recorde de estada de uma mulher no espaço, 188 dias, dos quais 183 a bordo da Mir.
Em sua vida útil, a Mir completou 86.320 órbitas, tendo percorrido 3,36 bilhões de km em volta da Terra.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Marcos Pontes - Herói Nacional...

O professor e astronauta Marcos Pontes nasceu em Bauru, SP em 11 de março de 1963. Sua história de vida é fonte de inspiração para milhões de jovens no Brasil e no mundo.
Entrou para a Força Aérea. Serviu o Brasil até 1998, quando foi selecionado e passou a representar o país na NASA, em , no Programa da Estação Espacial Internacional.
Em 2005, o astronauta foi convidado a participar como tripulante da Missão Centenário, criada, definida, contratada e gerenciada pela Agência Espacial Brasileira. Os objetivos da Missão eram: para realizar experimentos nacionais em microgravidade, incentivar o crescimento dessa área de pesquisa no Brasil, homenagear o herói Santos Dumont e promover o Programa Espacial Brasileiro.
Em março de 2006 Marcos Pontes levou a bandeira do Brasil, pela primeira vez na história do país, em órbita da Terra.
Pontes continuou sua trajetória de aprendizado pessoal e ascensão profissional, sempre disposto a ajudar a quem precisa e compartilhar seu conhecimento.

Brasil No Espaço...


Desde a década de 60 o Brasil teve a inciativa de institucionalizar as atividades espaciais. Com a criação da Agência Espacial Brasileira, em 1994, o Brasil passou a ter um órgão público coordenando os institutos e unidades de pesquisas que praticam atividades na área espacial o Ministério da Ciência e Tecnologia. Os mais importantes são: o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); e o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
O INPE, sediado em São José dos Campos, estado de São Paulo, desenvolve atividades de pesquisa básica nas áreas de Astrofísica e Geofísica

Também sediado em São José dos Campos, o IAE, ligado ao Centro Técnico Aeroespacial (CTA) da Aeronáutica, desenvolve lançadores de satélites e foguetes de sondagem. Já o CLA coordena as atividades na base de lançamento de Alcântara, no estado do Maranhão, e também na Barreira do Inferno, em Natal, Rio Grande do Norte. A Infraero está encarregada de viabilizar a utilização comercial destas bases.

sábado, 3 de outubro de 2009

Homens em marte... ainda não!


Para ir a Marte, seria necessário um alto desenvolvimento tecnológico,e pela primeira vez, um desenvolvimento humano no espaço, como não tinha acontecido até então.
A viagem pra marte esta cada vês mais perto de acontecer, porem mesmo com a maioria das dificuldades resolvidas ainda existem várias adversidades a serem vencidas.Pensando nisso foi construído um motor especial que usa como combustível o plasma, uma espécie de "quarto estado" da matéria - os outros são o sólido, o líquido e o gasoso.
A distância mínima entre os dois planetas, que estão em constante movimento, é de cerca de 80 milhões de quilômetros.
Usando o plasma, uma nave espacial poderia chegar a Marte em dois meses. Com a tecnologia atual, que usa hidrogênio e oxigênio como combustíveis, a travessia duraria de seis a dez meses. Alem disso durante uma viagem ao planeta vermelho, os astronautas estariam expostos a problemas psicológicos pelo confinamento, danos genéticos pela radiação e perda de massa óssea devido à falta de gravidade, confirmam os especialistas.